Prefeitura de Guarujá, garante desfile de escolas atingidas por incêndio

Carros abre-alas e da 2ª alegoria da Amazonense foram totalmente destruídos

A prefeitura de Guarujá informou que auxiliará as escolas de samba Mocidade Amazonense e Imperador da Ilha a recuperar os carros atingidos durante incêndio, possivelmente criminoso, ocorrido na madrugada desta quinta-feira (03). Os carros abre-alas e da 2ª alegoria da Amazonense foram totalmente destruídos. Outros dois carros da Escola Imperador da Ilha foram parcialmente atingidos pelo fogo. As alegorias estavam no Estádio Municipal Antônio Fernandes, localizado no Jardim Helena Maria.

Apelo
A prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), que disponibilizou apoio, fez um apelo: “Só peço que estas pessoas não desanimem e busquem motivação para realizarem um Carnaval empolgante e emocionante”, ressaltou ela.
Os secretários de Coordenação Governamental, Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira, e da Cultura, Elson Maceió, se reuniram com o presidente da Linesg (Liga Independente das Escolas de Samba de Guarujá), Júlio Venâncio Salgado Júnior. “Viemos pedir apoio ao Poder Público para ajudar no que for possível as escolas coirmãs. Isso nunca aconteceu na história do Carnaval de Guarujá”, lamentou Venâncio, ressaltando que a perda equivale ao trabalho de um ano.

Solidariedade
Segundo o presidente da Linesg, todas as escolas da cidade estão se mobilizando para ajudar a Amazonense e a Imperador. “A São Miguel se pôs à disposição. O que tivermos no barracão e puder ser utilizado por eles será disponibilizado”, afirmou Venâncio, que também é presidente da Escola de Samba São Miguel.
O secretário da Cultura garantiu que a prefeitura dará todo o apoio necessário às escolas envolvidas no incêndio. “O Carnaval é da cidade, da comunidade. A Amazonense mantém acesa a chama do sonho de Guarujá, pela volta do Carnaval Metropolitano. A Imperador também tem contribuição importante para o Carnaval. Não podemos deixar a festa empobrecida”, frisou Maceió.

Intervenção de pessoal
Para o secretário de Coordenação Governamental e Defesa e Convivência Social, o incêndio só não teve maiores proporções graças à prontidão do segurança contratado pelas próprias escolas para vigiar o espaço público, que está sendo utilizado como barracão. “Se não fosse a intervenção do guarda e do pessoal que trabalhou até tarde na confecção dos carros e dormia no local, as escolas teriam perdido o Carnaval. Vamos ajudar no que for possível para minimizar o sentimento de perda para que as escolas ponham o Carnaval na rua”, ratificou Oliveira, lamentando o ato que tudo indica ter sido criminoso. “Estamos aguardando o laudo da polícia científica”, finalizou.

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