Até poucos anos atrás, o Halloween passava batido no Brasil. Com a popularização das escolas de idiomas, a festividade tornou-se parte do nosso calendário e já é aguardada com ansiedade por muitas escolas, condomínios e até danceterias.

Mesmo quem tem pouco tempo pode se antecipar e preparar deliciosas receitas de  https://www.tendaatacado.com.br/  e, assim, não ser pego desprevenido na hora em que a criançada bater à porta.

Mas, o que é Halloween?

Muito famosa nos Estados Unidos, a festa do Dia das Bruxas tem origem europeia, na Grã-Bretanha, onde países celtas pagãos celebravam o Samhain, festival que marcava o fim do verão, a última colheita antes do inverno e o início de um novo ano.

 Há historiadores que defendem que a origem da festa é cristã e faz parte de um festival de três dias que honra os mortos. Até por isso, ela é celebrada na véspera do Dia de Todos os Santos — data que antecede o Dia de Finados.

 O nome Halloween, inclusive, vem de uma expressão escocesa que significa “véspera do Dia de Todos os Santos”: All Hallow’s Eve .

 Tradições

Foram os colonizadores ingleses que levaram o costume de celebrar o Dia das Bruxas para os Estados Unidos e, de lá pra cá, algumas tradições se mantiveram, como usar fantasias para que as almas não o levem para o inferno; decorar a casa para espantar os maus espíritos e a brincadeira do “Doces ou Travessuras”.

 Outro costume é colocar na porta de casa uma abóbora esculpida com uma vela dentro. Essa decoração remete à lenda do Jack O’Lantern (lanterna do Jack), originária da Irlanda e que usava um nabo no lugar da abóbora.

 Segundo contam, Jack era um bêbado que foi procurado pelo diabo e conseguiu enganá-lo por três vezes, evitando sua morte. Mas, quando morreu, sua entrada foi negada no céu e também no inferno. O diabo, ainda sentindo-se humilhado, deu ao Jack uma vela para que ele pudesse iluminar seu caminho no purgatório. Para fazer a chama durar mais, ele colocou a vela acesa dentro de um nabo e ficou conhecido como Jack O’Lantern. 

 Na América, as abóboras eram mais abundantes do que os nabos e podiam ser esculpidas. Dessa forma, os imigrantes optaram por adaptar a lenda, e o costume segue até hoje.

Doces ou travessuras

A brincadeira de pedir doces ou fazer uma travessura também é norte-americana, mas com raízes europeias. Na Idade Média, as crianças tinham o costume do souling, que consistia em bater de porta em porta pedindo o soul’s cake (bolo das almas). Segundo a tradição, as crianças que ganhavam o doce rezavam pela alma dos finados da família que as presentearam, ajudando a alma penada a encontrar o caminho do céu.

 E o bolo das almas, acredite, nem é assim tão gostoso: consistia em um pedaço de pão mais duro, como a ciabatta, embebido em groselha.

 Decoração e culinária

 Para decorar a casa, basta lançar mão de abóboras esculpidas, toalha de mesa, guardanapo, copos e louças nos tons laranja, preto e roxo, além de enfeites de aranhas, teias, caldeirões e outros que remetem ao lúgubre.

 Para comer? Ah, aí as delícias são um capítulo à parte! Algumas ideias que podem agradar adultos e crianças são: