O deputado federal Júnior Bozzella (PSL/SP) esteve reunido com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Herbert Passos Filho, com o objetivo de discutir ações para garantir a preservação do emprego dos trabalhadores do setor na Baixada Santista. 

 

Uma das principais pautas do encontro foi a Medida 1034/21, que está em tramitação na Câmara dos Deputados e acaba com o Reiq (Regime Especial da Indústria Química), que reduziu a tributação (PIS/Cofins) de empresas petroquímicas.

 

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De acordo com o presidente do sindicato, a MP 1034/21 retira um benefício fiscal das indústrias químicas que acabará reduzindo a competitividade delas. “Essas indústrias já pagam altos valores em impostos e com essa medida isso vai aumentar mais ainda. Em um momento de crise, falar em aumento de custos obriga o empregador a cortar gastos e a nossa preocupação é que isso venha a impactar o mercado de trabalho e, consequentemente, o emprego das pessoas”, alerta Passos.

 

O deputado federal Júnior Bozzella destacou a importância do pleito. “Eu defendo corte e fim de benefícios fiscais para determinados setores, como os bancos, por exemplo. Mas não dá para o Governo Federal querer tirar isenção da indústria, de quem gera emprego e produtividade. No momento que a indústria mais precisa de ajuda para manter os empregos e impedir um colapso na economia com demissões em massa uma medida como essa vai na contramão da recuperação econômica do país”, observa.

 

O parlamentar se comprometeu ainda a defender a pauta no Congresso. “É um processo em cadeia. Com a diminuição das isenções, aumentam os custos e as indústrias, que estão entre os principais empregadores da região da Baixada Santista, são obrigadas a demitir para equilibrar as despesas. Com uma produção menor e um faturamento menor, diminui-se também a arrecadação de tributos para o município. Ou seja, em linhas gerais, todos saem prejudicados. E é isso que vamos trabalhar lá no Congresso para impedir, esse texto precisa ser revisto”, destaca Bozzella.